Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Ao longo dos últimos anos tem-se assistido a uma mudança, visível, na prática da Medicina Estética, essencialmente na Europa, não sendo Portugal exceção.

Basta recuar meia dúzia de anos… mergulhava-se num universo televisivo centrado no exagero, na padronização da beleza. A identidade perdia-se em prol do que era considerado, à época, o ideal de perfeição. Contudo, os lábios e as maças do rosto volumosos nem sempre ditavam bem-estar. Os profissionais da área baseavam-se em cardápios de procedimentos com vista a um resultado comum – ficar como o ídolo televisivo.

Atualmente, a prática da Medicina Estética tem como focos a saúde e a autoestima. De facto, os pacientes passaram a valorizar a individualidade, tomando a estética um novo rumo – a Medicina Regenerativa. O objetivo será sempre evidenciar o que de melhor há em cada paciente, apenas fazendo subtis correções. Cada rosto merece um tratamento totalmente individualizado, com foco nos previsíveis resultados, mas também nos antecedentes pessoais.

Resultados naturais não significam, obviamente, falta de impacto, mas sim a celebração das melhores características do paciente. O fundamental é, indubitavelmente, procurar um médico especializado na área.